Neste domingo, dia de descanso, compartilho aqui uma poesia programática que me acompanhou fortemente no último ano. Escrita por Seamus Heaney (1939-2013), poeta irlandês, vencedor do Nobel de Literatura (1995), como poema de abertura de seu livro introdutório, Death of a Naturalist (1966).
O poema aborda a escrita de maneira metaliterária, associando-a ao trabalho agrário realizado por seu pai e seu avô. Apresenta uma variedade rítmica típica da tradição inglesa e dificílima de ser replicada no nosso lindo português.
Aproveito a oportunidade para expô-la aqui em sua exuberância original e em uma versão livre, traduzida a minha própria língua.
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